Resumo:
Nazaré vive numa família de vários irmãos que não tem tantos salários como deveria para se sustentar. No entanto, na sua casa há harmonia, compreensão e bastante paz, fazendo com que a vida dela seja complementada com muita felecidade... Um dia, Nazaré recebe uma câmara fotográfica e fica mesmo contente. Será que, tendo em conta os problemas que esta jovem encontra, normalmente finaceiros, ela consegue ser feliz? Para mais informações, consultar o livro (sabem a que me refiro)..
Opinião:
Gostei muito deste livro porque é interessante e não é complexo, antes pelo contrário, sendo então fácil de ler e bastante acessível. É recomendado pelo PNL (Plano Nacional de Leitura), é da Editorial Presença e foi publicado em 2010 por Maria Teresa Maia Gonzales.
sexta-feira, 9 de março de 2012
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Ismael e Chopin - Miguel Sousa Tavares
Resumo:
Ismael é um coelho da floresta que tem 52 irmãos. O seu pai escolhe-o, um dia, para ser o "herdeiro" de toda a sua sabedoria acerca da vida na floresta e não só. O coelho mais novo aprende, então, como se defender dos inimigos, como se alimentar nas várias estações do ano e tudo o que o seu pai, o seu avô, o seu bisavô, etc. sabiam.
Uma noite, quando Ismael ia para a toca, ouviu algo que o chamou a atenção. Era um som melódico, simpáctico e adorável, que, no entanto, ele nunca tinha ouvido. Perguntou que raridade era aquela ao seu pai e ouviu muito interessado a explicação. A partir daí, passa a ouvir aquela música todos os dias, às escondidas, até que conhece o seu companheiro Chopin.
Para saberem como tudo isto acaba, leiam o livro.
Opinião:
Esta história ensina uma grande lição de vida, reconhece composições de Chopin e é muito bonita. Foi publicada em Maio de 2010, por Miguel Sousa Tavares, é da "Oficina do Livro" e tem ilustrações de Fernanda Fragateiro.
Ismael é um coelho da floresta que tem 52 irmãos. O seu pai escolhe-o, um dia, para ser o "herdeiro" de toda a sua sabedoria acerca da vida na floresta e não só. O coelho mais novo aprende, então, como se defender dos inimigos, como se alimentar nas várias estações do ano e tudo o que o seu pai, o seu avô, o seu bisavô, etc. sabiam.
Uma noite, quando Ismael ia para a toca, ouviu algo que o chamou a atenção. Era um som melódico, simpáctico e adorável, que, no entanto, ele nunca tinha ouvido. Perguntou que raridade era aquela ao seu pai e ouviu muito interessado a explicação. A partir daí, passa a ouvir aquela música todos os dias, às escondidas, até que conhece o seu companheiro Chopin.
Para saberem como tudo isto acaba, leiam o livro.
Opinião:
Esta história ensina uma grande lição de vida, reconhece composições de Chopin e é muito bonita. Foi publicada em Maio de 2010, por Miguel Sousa Tavares, é da "Oficina do Livro" e tem ilustrações de Fernanda Fragateiro.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
O Símbolo da Profecia Maia - Mafalda Moutinho
Resumo:
André tem duas primas, Maria e Ana, que são irmãs. Um dia, o rapaz recebeu uma mensagem electrónica (e-mail) com um pedido de salvamento e com um misterioso vídeo passando-se algures numa floresta, cuja única pessoa que nele entrava aparentava ser uma rapariga. Então ele decidiu contactar as primas para o ajudarem a descobrir quem era a tal rapariga e para a poderem ajudar.
Após uma autêntica pesquisa colectiva de detectives, de André ter ganho uma viagem para uma expedição escolar de um concurso de arqueologia e de Ana e Maria terem convencido os pais a conceder-lhes o mesmo destino, exploraram ruínas arqueológicas, conheceram um rapaz que os ajudou imenso e mostraram a sua inteligência, demonstando que eram destemidos e adoravam explorar o desconhecido. No meio desta espectacular aventura, tentam descobrir um tesouro escondido há muito tempo. Para saberem o que aconteceu e o desfecho desta incrível história, já sabem: é so ler...
Opinião:
Este livro só pode ser, sem dúvida, o resultado de muita pesquisa e sabedoria da autora, Mafalda Moutinho. O ilustrador é Umberto Stagni, a editora é a D. Quixote, a colecção chama-se "Os Primos" e este número é o nono e a sua leitura é aconselhada a partir dos dez anos. Esta história é, na minha opinião, muito didática, muito embrenhante, salpicada de sentido de humor e, principalmente, recheada de conceitos de arqueologia, literatura antiga, História Mundial e, claro, escrita de uma forma muito aliciante, cativante e rica em termos de vocabulário.
André tem duas primas, Maria e Ana, que são irmãs. Um dia, o rapaz recebeu uma mensagem electrónica (e-mail) com um pedido de salvamento e com um misterioso vídeo passando-se algures numa floresta, cuja única pessoa que nele entrava aparentava ser uma rapariga. Então ele decidiu contactar as primas para o ajudarem a descobrir quem era a tal rapariga e para a poderem ajudar.
Após uma autêntica pesquisa colectiva de detectives, de André ter ganho uma viagem para uma expedição escolar de um concurso de arqueologia e de Ana e Maria terem convencido os pais a conceder-lhes o mesmo destino, exploraram ruínas arqueológicas, conheceram um rapaz que os ajudou imenso e mostraram a sua inteligência, demonstando que eram destemidos e adoravam explorar o desconhecido. No meio desta espectacular aventura, tentam descobrir um tesouro escondido há muito tempo. Para saberem o que aconteceu e o desfecho desta incrível história, já sabem: é so ler...
Opinião:
Este livro só pode ser, sem dúvida, o resultado de muita pesquisa e sabedoria da autora, Mafalda Moutinho. O ilustrador é Umberto Stagni, a editora é a D. Quixote, a colecção chama-se "Os Primos" e este número é o nono e a sua leitura é aconselhada a partir dos dez anos. Esta história é, na minha opinião, muito didática, muito embrenhante, salpicada de sentido de humor e, principalmente, recheada de conceitos de arqueologia, literatura antiga, História Mundial e, claro, escrita de uma forma muito aliciante, cativante e rica em termos de vocabulário.
sábado, 28 de maio de 2011
Maria Alberta Menéres - O poeta faz-se aos 10 anos
Resumo:
Neste livro, Maria Alberta Menéres descreve algumas aulas que deu de 1969 a 1973, a alunos de 10 a 12 anos, em Lisboa, e, principalmente, mostra alguns dos magníficos poemas que alguns dos estudantes escreveram, uns pequenos, outros grandes, uns sobre isto, outros sobre aquilo... Aqui está um excerto de um deles (do Paulo):
" ... Aves marinhas luzidas,
frescos seres da Natureza,
diferentes elas são
e oh, como são belas.
De uma gema se transformam em pequenos seres
indefesas criaturas que vagueiam pelo mundo.
(...)
Ali vai a amada da vegetação,
a Primavera."
No fim, a autora presenteia os leitores com defenições, ou não! de poesia... Só a ler é que se podem elas conhecer... Já sabem o que têm a fazer!
Opinião:
Este sim, é um livro como nunca houve outro igual... Escrito em 1974, por esta tão ilustre autora, faz ou mundo ficar... mais bonito! Consegue-se ouvir, sentir, cheirar, tocar a beleza das coisas... numa simples folha de papel, e a forma como ela o escreve, oh, é o sonho de qualquer poeta!!!
Neste livro, Maria Alberta Menéres descreve algumas aulas que deu de 1969 a 1973, a alunos de 10 a 12 anos, em Lisboa, e, principalmente, mostra alguns dos magníficos poemas que alguns dos estudantes escreveram, uns pequenos, outros grandes, uns sobre isto, outros sobre aquilo... Aqui está um excerto de um deles (do Paulo):
" ... Aves marinhas luzidas,
frescos seres da Natureza,
diferentes elas são
e oh, como são belas.
De uma gema se transformam em pequenos seres
indefesas criaturas que vagueiam pelo mundo.
(...)
Ali vai a amada da vegetação,
a Primavera."
No fim, a autora presenteia os leitores com defenições, ou não! de poesia... Só a ler é que se podem elas conhecer... Já sabem o que têm a fazer!
Opinião:
Este sim, é um livro como nunca houve outro igual... Escrito em 1974, por esta tão ilustre autora, faz ou mundo ficar... mais bonito! Consegue-se ouvir, sentir, cheirar, tocar a beleza das coisas... numa simples folha de papel, e a forma como ela o escreve, oh, é o sonho de qualquer poeta!!!
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Fernando Pessoa
Quer pouco, terás tudo.
Quer nada: serás livre.
O mesmo amor que tenham
Por nós, quer-nos, oprime-nos.
Quer nada: serás livre.
O mesmo amor que tenham
Por nós, quer-nos, oprime-nos.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Poema de Florbela Espanca - Fanatismo
Fanatismo
Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida.
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer razão do meu viver
Pois que tu és já toda a minha vida!
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
O dia do Terramoto - Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Resumo:
Orlando é o avô da Ana e o Jõao e é cientista na AIVET (Associação Internacional de Viagens no Espaço e no Tempo), ou seja, que pode viajar para qualquer século com as máquinas que a associação tem e um dia disse à Ana e ao Jõao que iria viajar para 1755, o dia do terramoto de Lisboa a 1 de Novembro para poder investigar a origem dos tsunamis. Eles quiseram ir também apesar de Orlando os ter avisado de que poderia ser mau ver aquela tragédia.
Enquanto o cientista inspeccionava tudo quase no terramoto os dois irmãos foram ver a cidade de Lisboa e conheceram muitas pessoas cada uma com a sua história e o seu ofício de povo.
Para saberes mais lê o livro!
Opinião:
O livro é muito interessante porque fala muito da história do século XVIII e sobre o terramoto de 1755 e porque as personagens do século XXI mostram realmente o que seria viver naquela época o que é no minímo espectacular.
Orlando é o avô da Ana e o Jõao e é cientista na AIVET (Associação Internacional de Viagens no Espaço e no Tempo), ou seja, que pode viajar para qualquer século com as máquinas que a associação tem e um dia disse à Ana e ao Jõao que iria viajar para 1755, o dia do terramoto de Lisboa a 1 de Novembro para poder investigar a origem dos tsunamis. Eles quiseram ir também apesar de Orlando os ter avisado de que poderia ser mau ver aquela tragédia.
Enquanto o cientista inspeccionava tudo quase no terramoto os dois irmãos foram ver a cidade de Lisboa e conheceram muitas pessoas cada uma com a sua história e o seu ofício de povo.
Para saberes mais lê o livro!
Opinião:
O livro é muito interessante porque fala muito da história do século XVIII e sobre o terramoto de 1755 e porque as personagens do século XXI mostram realmente o que seria viver naquela época o que é no minímo espectacular.
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